Vozes e trajetórias que ecoaram
O Cerrado não é apenas a nossa geografia; é o solo de onde brotam as nossas histórias de refúgio, cura e libertação. Ao longo de nossa caminhada, percebemos que o racismo e a violência de gênero operam, antes de tudo, pelo silenciamento. Por isso, transformar dor em narrativa e transformar presença em documento tornou-se a nossa maior estratégia de sobrevivência e poder.
As iniciativas que você conhece a seguir são os nossos marcos de memória viva. Elas conectam o passado ancestral dos quilombos à vanguarda da ciência preta contemporânea, provando que quando uma mulher negra se move, toda a estrutura da sociedade se move com ela.
São telas, estradas e laboratórios ocupados por nossas vozes. E elas não vão parar de ecoar.
Se eu fosse uma flor (2013)
O cinema como território de denúncia e sensibilidade. Dirigido por Marta Cezaria, fundadora do Grupo Dandara, este filme humaniza as narrativas de enfrentamento ao feminicídio, transformando a dor da violência em um manifesto de vida e florescimento para as mulheres negras.
Caravana Minas do Rosário – Mitos do Brasil Central
Vídeo produzido pelo Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado, junto a comunidades quilombolas do estado de Goiás, em 2012
Projeto Investiga Menina! apresenta Anna Benite
A cientista Anna Benite, militante do Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado, conta sua trajetória pessoal e profissional no projeto Investiga Menina!














